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PM acusado de matar mecânico por pisão no pé vai a júri popular 11 anos após o crime 

Por Redação , 27/05/2019 às 08:26
atualizado em: 27/05/2019 às 08:34

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O policial militar Ednaldo Nogueira Borges, acusado de matar o mecânico Cláudio Eustáquio da Silva em bar no bairro Padre Eustáquio, na região Noroeste de Belo Horizonte, será julgado nesta segunda-feira, quase 11 anos após o crime ocorrido em 2008. O julgamento será realizado no 1º Tribunal do Júri do Fórum Lafayette, a partir das 13h.

Segundo denúncia oferecida pelo Ministério Público, Ednaldo Nogueira Borges estava no bar com um amigo, também militar, e atirou em Cláudio após um desentendimento surgido porque o mecânico pisou no pé do amigo quando passava para ir ao banheiro.

Na primeira versão, a PM  alegou que a vítima tentou assaltar o cabo Ednaldo Nogueira Borges, que estava em companhia de um sargento. Borges teria reagido, sacado a arma e atirado. Os militares trabalham no 34º Batalhão da PM e estavam à paisana no bar, bebendo. Posteriormente, o comando do 34º Batalhão da PM informou que a hipótese de tentativa de assalto foi descartada, mas disse que o disparo foi acidental, o que foi negado por testemunhas. "Meu irmão pisou no pé de um deles e pediu desculpas. O outro militar tomou as dores e atirou", disse na época Sílvio César Pereira, irmão da vítima.

Defesa e acusação 

A juíza Soraya Brasileiro Teixeira presidirá o julgamento. Representando o Ministério Público (MP), atuará o promotor Eduardo Nepomuceno. Os advogados Joaquim Dimas Gonçalves, Rafael Henrique Lima Gonçalves e Sílvia Maria Pereira atuam como assistentes de acusação. Já a defesa ficará a cargo dos advogados Leandro Hollerbach Ferreira e Ricardo Soares Diniz.

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